]]>A nova legislação eleitoral brasileira, sancionada em 2021, trouxe mudanças significativas para a política de gênero no país. As principais alterações são:
Essas mudanças são importantes avanços na luta pela igualdade de gênero na política brasileira. Elas representam um compromisso do Estado com a promoção da participação das mulheres na vida pública e com o combate à violência política de gênero.
No entanto, ainda é preciso avançar na implementação dessas leis. É necessário garantir que os partidos políticos cumpram a cota de gênero, que as mulheres vítimas de violência política tenham acesso aos mecanismos de proteção previstos na lei, e que a sociedade esteja ciente da importância dessas mudanças.
A participação das mulheres na política é fundamental para a construção de uma democracia mais justa e inclusiva. As novas leis eleitorais são um passo importante nesse sentido, mas ainda há muito a ser feito para garantir que as mulheres tenham as mesmas oportunidades que os homens na vida pública.
Oscar Silva – diretor presidente
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O termo “calcificação política” foi cunhado pelo cientista político brasileiro Felipe Nunes para descrever o fenômeno da polarização política que vem se intensificando no Brasil nos últimos anos. A calcificação política é caracterizada pelo enrijecimento das posições políticas, a redução da tolerância à divergência e a dificuldade de diálogo entre os diferentes grupos políticos.
O termo “calcificação” é utilizado para enfatizar a ideia de que as posições políticas estão se tornando cada vez mais rígidas e inflexíveis. Isso se deve a diversos fatores, como a crescente fragmentação do espectro político, a radicalização das elites e o uso das redes sociais para disseminação de informações falsas e desinformação.
A calcificação política tem consequências negativas para a democracia. Ela dificulta o processo de tomada de decisão, pois torna mais difícil encontrar consensos entre os diferentes grupos políticos. Além disso, ela aumenta o risco de conflitos e violência, pois pode levar à intolerância e ao extremismo.
No Brasil, a calcificação política é particularmente evidente no contexto da polarização entre os apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente Jair Bolsonaro. Esses dois grupos estão cada vez mais distantes e antagônicos, e é difícil imaginar que possam chegar a um consenso sobre qualquer tema.
A calcificação política é um fenômeno complexo que não tem uma solução fácil. No entanto, é importante estar ciente de suas causas e consequências para que possamos tomar medidas para combatê-la.
Algumas medidas que podem ser tomadas para combater a calcificação política incluem:
A calcificação política é um desafio sério para a democracia brasileira. No entanto, é possível combatê-la se houver vontade política e participação da sociedade civil.
Obs: Super indico o livro: Biografia do Abismo de Felipe Nunes e Thomas Traumann.
Oscar Silva – Diretor Presidente
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A nova legislação eleitoral brasileira, sancionada em 2021, trouxe mudanças significativas para a política de gênero no país. As principais alterações são:
Essas mudanças são importantes avanços na luta pela igualdade de gênero na política brasileira. Elas representam um compromisso do Estado com a promoção da participação das mulheres na vida pública e com o combate à violência política de gênero.
No entanto, ainda é preciso avançar na implementação dessas leis. É necessário garantir que os partidos políticos cumpram a cota de gênero, que as mulheres vítimas de violência política tenham acesso aos mecanismos de proteção previstos na lei, e que a sociedade esteja ciente da importância dessas mudanças.
A participação das mulheres na política é fundamental para a construção de uma democracia mais justa e inclusiva. As novas leis eleitorais são um passo importante nesse sentido, mas ainda há muito a ser feito para garantir que as mulheres tenham as mesmas oportunidades que os homens na vida pública.
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A avaliação da saúde é um fator importante nas eleições municipais. Os eleitores estão cada vez mais preocupados com a qualidade dos serviços de saúde e com o acesso a eles. Isso se deve a uma série de fatores, incluindo o aumento da expectativa de vida, o aumento das doenças crônicas e a falta de recursos financeiros para o setor.
Estudos mostram que a avaliação da saúde pode influenciar o voto nas eleições municipais. Em um estudo realizado no Brasil em 2012, foi encontrado que os eleitores que avaliavam a saúde do município como ruim ou regular eram mais propensos a votar em candidatos que prometiam melhorar os serviços de saúde.
Existem várias maneiras pelas quais os candidatos a prefeito podem influenciar a avaliação da saúde dos eleitores. Eles podem destacar seus planos para melhorar os serviços de saúde, como a construção de novos hospitais e postos de saúde, o aumento do número de médicos e enfermeiros e a expansão do acesso a medicamentos. Eles também podem enfatizar sua experiência em saúde pública.
A avaliação da saúde é um fator importante que os candidatos a prefeito devem considerar ao elaborar suas campanhas. Os candidatos que conseguem demonstrar que têm um plano para melhorar a saúde do município são mais propensos a ganhar a eleição.
Aqui estão alguns exemplos de como a avaliação da saúde pode influenciar as eleições municipais:
* Um candidato que promete construir um novo hospital pode atrair o voto de eleitores que vivem em bairros sem acesso a serviços de saúde de qualidade.
* Um candidato que promete aumentar o número de médicos e enfermeiros pode atrair o voto de eleitores que enfrentam longas filas de espera para consultas médicas.
* Um candidato que promete expandir o acesso a medicamentos pode atrair o voto de eleitores que têm dificuldade em pagar por seus medicamentos.
Em geral, os candidatos que conseguem demonstrar que têm um plano para melhorar a saúde do município são mais propensos a ganhar a eleição.
Oscar Silva
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A concentração populacional na região metropolitana da Bahia é um fenômeno histórico, que se intensificou nas últimas décadas. De acordo com o censo do IBGE de 2022, a RMS abrigava 3.984.479 habitantes, o que representa 24% da população do estado. Essa concentração é resultado de uma série de fatores, como a migração rural-urbana, o crescimento econômico da região e a concentração de oportunidades de emprego e serviços em Salvador.
A concentração populacional na RMS tem uma série de consequências negativas, como a sobrecarga dos serviços públicos, a desigualdade social e a degradação ambiental. Para corrigir essa distorção, é necessário promover o desenvolvimento de outras regiões do estado, com a expansão dos polos industriais e a criação de oportunidades de emprego em outras cidades.
A expansão dos polos industriais é uma estratégia importante para a desconcentração populacional da RMS. A instalação de indústrias em outras regiões do estado geraria empregos e oportunidades de renda, atraindo novos moradores e dinamizando a economia local.
O estado da Bahia já conta com alguns polos industriais importantes, como o polo petroquímico de Camaçari, o polo de confecções de Feira de Santana e o polo de frutas do Vale do São Francisco. No entanto, é necessário ampliar esses polos e criar novos polos em outras regiões do estado, de forma a garantir uma distribuição mais equilibrada da população e do desenvolvimento econômico.
Além da expansão dos polos industriais, é importante promover o desenvolvimento de outras atividades econômicas, como o turismo e a agricultura. O turismo é uma atividade que pode gerar emprego e renda em diversas regiões do estado, enquanto a agricultura pode gerar emprego e renda no interior do estado.
A promoção do desenvolvimento regional é um processo complexo, que requer o envolvimento de diversos atores, como o governo, o setor privado e a sociedade civil. No entanto, é um processo fundamental para corrigir as distorções causadas pela concentração populacional na RMS.
A seguir, são apresentadas algumas ações que podem ser implementadas para promover a expansão dos polos industriais na Bahia e, consequentemente, a desconcentração populacional da RMS:
A implementação dessas ações contribuiria para a criação de um ambiente mais favorável ao desenvolvimento industrial em outras regiões do estado, atraindo novos investimentos e gerando empregos e oportunidades de renda.
Oscar Silva – Diretor presidente da Compasso Pesquisa

A crise no transporte público é um problema que afeta grande parte do Brasil, e que tem sido um tema cada vez mais relevante nas eleições municipais.
Os principais fatores que contribuem para a crise no transporte público são:
* Falta de investimento: O transporte público é um serviço essencial, mas que muitas vezes é negligenciado pelos governos. A falta de investimento em infraestrutura, frota e pessoal leva a um serviço de qualidade inferior, com atrasos, lotação e aumento da tarifa.
* Gestão ineficiente: A gestão do transporte público também é um problema. Muitas vezes, os contratos são mal feitos, as empresas são ineficientes e os serviços são prestados de forma inadequada.
* Aumento da demanda: O crescimento populacional e a urbanização também contribuem para a crise no transporte público. A demanda por transporte aumenta, mas a oferta não acompanha.
A crise no transporte público tem um impacto negativo na qualidade de vida da população. Os usuários do transporte público são frequentemente prejudicados por atrasos, lotação e aumento da tarifa. Isso afeta o acesso ao trabalho, à educação e aos serviços essenciais.
Nas eleições municipais, a crise no transporte público é um tema que pode influenciar o voto dos eleitores. Os candidatos que apresentarem propostas concretas para melhorar o transporte público podem ter mais chances de vencer.
A seguir, são apresentados alguns exemplos de como a crise no transporte público pode influenciar as eleições municipais:
* Eleitores podem votar em candidatos que prometem melhorar o transporte público. Se um candidato apresentar propostas concretas para melhorar o transporte público, ele pode conquistar o voto dos eleitores que estão insatisfeitos com o serviço atual.
* Eleitores podem votar em candidatos que representam partidos ou movimentos que defendem a melhoria do transporte público. Se um partido ou movimento tem uma agenda clara de defesa do transporte público, ele pode conquistar o voto dos eleitores que estão preocupados com esse tema.
*Eleitores podem votar em candidatos que representam bairros ou regiões que são mais afetados pela crise no transporte público. Se um bairro ou região está enfrentando problemas graves com o transporte público, os eleitores podem votar em candidatos que prometem resolver esses problemas.
É importante que os candidatos às eleições municipais estejam cientes da importância do transporte público para a população. As propostas para melhorar o transporte público podem ser um diferencial importante para conquistar o voto dos eleitores.
Oscar Silva
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O Senado Federal engavetou a minirreforma eleitoral, que havia sido aprovada na Câmara dos Deputados em setembro. O projeto precisava ser aprovado no Senado até 6 de outubro para valer já nas eleições de 2024, mas não foi possível.
O projeto trazia uma série de mudanças, incluindo a simplificação da prestação de contas dos partidos e candidatos, a permissão para doação de campanha por Pix, a liberação do uso de recursos da cota feminina nas candidaturas de homens e a exigência de transporte público gratuito nos dias de eleição.
A minirreforma foi alvo de críticas de diversos setores, incluindo partidos de oposição, entidades da sociedade civil e especialistas em direito eleitoral. Eles argumentavam que o projeto era eleitoreiro e que não trazia melhorias significativas para o processo eleitoral.
O senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator da minirreforma no Senado, afirmou que o projeto não foi aprovado por falta de tempo. Ele disse que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ainda estava analisando o projeto e que não havia acordo para a votação no plenário.
Com o engavetamento da minirreforma, as regras eleitorais vigentes serão mantidas para as eleições de 2024.
Motivos para o engavetamento
O engavetamento da minirreforma eleitoral foi resultado de uma série de fatores, incluindo:
Consequências do engavetamento
O engavetamento da minirreforma eleitoral pode ter consequências para as eleições de 2024. Sem as mudanças propostas pelo projeto, o processo eleitoral seguirá as regras vigentes, que podem ser consideradas insuficientes para garantir a transparência e a equidade das eleições.
Além disso, o engavetamento da minirreforma pode ser visto como um sinal de que o Senado não está comprometido com a reforma eleitoral. O projeto havia sido aprovado na Câmara dos Deputados com ampla maioria, o que indicava que havia um consenso em torno da necessidade de mudanças no processo eleitoral brasileiro.
Oscar Silva
A religião é uma das principais influências na formação da identidade e das crenças de uma pessoa. Por isso, não é surpresa que ela também possa influenciar as escolhas eleitorais.
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O término da construção da Ponte do Pontal em Ilhéus, em 2020, foi um marco histórico para a cidade. A ponte, que liga a zona sul ao centro da cidade, é a primeira estrutura estaiada da Bahia e tem um comprimento de 533 metros.
A construção da ponte foi uma promessa de campanha do governador Rui Costa, que foi reeleito em 2018. A obra foi iniciada em 2014 e teve um custo de R$ 100 milhões.
A ponte melhorou a mobilidade urbana da cidade, desafogou o trânsito na área central e facilitou o acesso à zona sul, que concentra importantes empreendimentos comerciais e turísticos.
A influência da ponte na política da cidade ainda é incipiente, mas é possível que ela tenha um impacto positivo na imagem de quem conseguir capitalizar maior crédito na construção da mesma.
A ponte é um símbolo de desenvolvimento e progresso para a cidade e é provável que seja usada como argumento eleitoral por candidatos em futuras eleições.
Aqui estão alguns dos possíveis impactos da ponte na política de Ilhéus:
* Melhora da competitividade da cidade: A ponte facilitará o acesso à zona sul da cidade, que concentra importantes empreendimentos comerciais e turísticos. Isso pode melhorar a competitividade da cidade e atrair novos investimentos.
*Criação de novos empregos: A construção da ponte gerou empregos diretos e indiretos. A operação da ponte também deve gerar novos empregos.
A nova ponte do Pontal, em Ilhéus, é uma obra de grande impacto para a cidade, com potencial para influenciar a política local de diversas maneiras.
Em um primeiro momento, a ponte aumentou a visibilidade da cidade para investidores e turistas. A obra é um símbolo de desenvolvimento e progresso, e atraiu novos negócios e moradores para Ilhéus. Isso, por sua vez, gerou mais arrecadação de impostos e criou empregos, o que fortaleceu a economia local.
Além disso, facilita o acesso a áreas turísticas e de lazer da cidade. Isso aumentou o fluxo de visitantes para essas áreas, o que beneficiou os comerciantes e prestadores de serviços locais.
Em um segundo momento, a ponte pode influenciar as eleições municipais de Ilhéus. A obra é um legado que pode ser usado pelos candidatos a prefeito e vereadores para se promoverem. Os candidatos que apoiaram a construção da ponte podem se beneficiar da popularidade da obra.
Ainda é cedo para dizer qual será a influência exata da nova ponte do Pontal na política de Ilhéus. No entanto, é certo que a obra é um evento de grande relevância para a cidade e que gerou mudanças significativas.
Oscar Silva
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